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domingo, 2 de setembro de 2012

Produtos Veganos Surya Brasil


LIVRE DE CRUELDADE!






E COM UM AROMA SENSACIONAL!


APROVADO PELA VEGAN ACTION!


"A Surya Brasil desde 1995, oferece Cosméticos Naturais e Orgânicos com Ervas e Frutas importadas da Índia e da Amazônia. Seus Cosméticos seguem a filosofia da Medicina Ayurveda.

Com foco na Sustentabilidade e na Responsabilidade Social, não testa em animais, e 
escolhe apenas ingredientes Naturais e Seguros para compor seus produtos."


Para saber mais, acesse:
SURYA BRASIL


terça-feira, 12 de junho de 2012

Jarina - O marfim-vegetal

Saindo do serviço, parei para olhar os trabalhos dos hippies que ficam perto da Pç da Alfândega (Porto Alegre). Como sempre, uma aula de cultura sobre cada peça, cada semente ou material utilizado. Fiquei impressionado com a preocupação com a natureza que eles têm e ao me falar sobre uma aranha feita de arames e uma semente, o rippie me explicou que se tratava de uma Jarina, também conhecida como "marfim-vegetal". Com esse material é possível fazer peças muito bonitas e melhor, nenhum animal tem o chifre arrancado no processo. Então fica a dica para os caçadores, deixem os elefantes e rinocerontes em paz e vão catar Jarina na amazônia!

sábado, 5 de maio de 2012

Notícias falaciosas: tome cuidado com elas


Às vezes ficamos tão encantados com notícias, que queremos compartilhá-las com todos, mostrar um acontecimento que traz um respaldo interessante para nossa causa, mas não tomamos o cuidado de pesquisar a "fonte". Precisamos verificar a veracidade de todo artigo, estudo, notícia ou postagem que vamos compartilhar, pois se for algo errôneo ou inventado, pode se tornar uma arma para os que são contra nossos ideais. Postar fotos ou acontecimentos muito antigos como se fossem atuais e querer exigir mudança é outra coisa que vem acontecendo com frequência. Devemos buscar conhecimento sobre o assunto, devemos confirmar se aquilo que queremos discutir é algo verídico e atual, pois o que mais existe nas redes sociais hoje em dia são montagens e mentiras falaciosas. Esta foto estava sendo compartilhada no facebook durante essa semana, mostrando dois meninos que supostamente estavam chorando por causa de uma visita a um abatedouro nos EUA. Questionei sobre a fonte da matéria e me passaram um link do site "Newsweak", uma espécie de e-farsas americano. Enfim, a pessoa que compartilhou essa matéria não tomou precaução de verificar a idoneidade do fato e saiu compartilhando, o que se tornou um vírus entre os veg(etari)anos ativistas (os menos céticos pelo menos). Concordo que o texto é encantador e gostaria que fosse verdade, mas inventar um acontecimento pode ser um tiro no pé para os que se dedicam em lutar pelos animais. 

Uma parte do texto:

"Shared by Vegetarianos e Veganos - Amor e Ética

Dezoito estudantes da Mavis Beacon Elementary School, em Ohama, Nebraska, estão em tratamento psicológico depois de uma visita da escola a um matadouro. ( 2010 )

Crianças ficaram em choque após presenciar as atrocidades praticadas contra os animais no matadouro. (Reprodução/newsweak)

As crianças ficaram extremamente horrorizadas ao ver como as vacas são cruelmente assassinadas e torturadas..."



CONSCIÊNCIA.BLOG.BR REITEROU, CONFIRA:

Notícia sobre crianças chorando depois de visita a matadouro é falsa



"Moralmente, é tão condenável não querer saber se uma coisa é verdade ou não, desde que ela nos dê prazer, quanto não querer saber como conseguimos o dinheiro, desde que ele esteja na nossa mão." 


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mulher é torturada em protesto contra testes em animais


Testes em animais é um assunto extremamente polêmico. Muita gente não liga, ou sabe da situação – mas não quer deixar de usar a marca que gosta por causa disso e, alguns poucos, realmente lutam para que isso acabe.
O problema é que as pessoas não tem noção (eu me incluia nessa) do quão cruel são os testes. Por conta disso, muitas marcas já aboliram os testes em animais – mas a grande maioria continua fazendo.
Para conscientizar as pessoas da barbárie que é essa situação, a marca Lush criou um laboratório de experimentação na vitrine de uma de suas lojas em Londres. Mas não, os “testes” não foram feitos com animais, e sim com uma voluntária.
Os liquidos e produtos usados não eram cosméticos de verdade – só que a forma dos testes eram. E chocaram muita gente. Dessa forma, a Lush conseguiu chamar atençãopara a causa (e para os seus produtos, claaaro), com uma instalação que durou aproximadamente 10 horas.
Pra fazer você pensar: vale MESMO a pena você usar aquela maquiagem de marca, ou aquele produto de limpeza que limpa absolutamente tudo, ao custo de enfiar isso no olho ou goela abaixo dos animais?



ASSISTA O VÍDEO!





Fonte: Criatives

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Camisetas Veganas: encomende a sua!



17º lote 

Enviadas pelos correios via PAC (assegurado) para qualquer canto do Brasil. Uma camiseta sai pelo total de R$25, duas camisetas por R$35 e 3 por R$45 (tudo já com frete incluso). Se encontrarem 
Fabiü Buena Onda nas ruas ou eventos/protestos, ele vende por R$9,90 a unidade. 

Como podem ver, não vive disso e não é uma empresa. Não é ONG nem nada. É um trabalho voluntariado formiguinha sem lucro para divulgação vegana em nossa cultura brasileira. Você não estará ajudando a ele (trabalha de graça nisso) mas sim a difusão do veganismo. Toda verba que entra é destinada a continuidade desse próprio projeto.

Já são 1700 camisetas produzidas e 21 pontos de apoio no BR!!!


Acompanhe mais pelo facebook:

Camisetas "Veganismo" 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Fim das sacolinhas plásticas em São Paulo


A partir desta quarta, 25, os consumidores não encontrarão mais a famosa sacolinha plástica nos supermercados de todo o Estado de São Paulo. Então, lembre-se: leve suas sacolas retornáveis ou utilize caixas de papelão em suas próximas compras. Tomara que essa prática chegue aos Estado do Rio Grande do Sul e ao resto do Brasil. Já temos uma alternativa, só resta acabar com esse problema.


Assista o vídeo: 

Sacolas descartáveis estão com dias contados nos mercados de São Paulo


Fontes: Vista-se e G1

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Rodeio: a arte da tortura por entretenimento

Ao longo do ano, o Congresso em Foco detalhou onde está o desvio de recursos de convênios do ministério, que soma R$ 80 milhões. Veja a lista completa.
Tradição no interior do Brasil, os rodeios, acompanhados das festas agropecuárias, reúnem multidões todos os anos. Mas eles também formam um ralo por onde escoaram R$ 6,8 milhões de recursos públicos vindos do Ministério do Turismo. Do total de R$ 80 milhões devidos aos cofres públicos, é esse o montante referente aos rodeios e similares.
Quarenta e cinco convênios para eventos desse tipo, firmados entre 2003 e 2009, estão na lista de inadimplentes, cujas verbas repassadas o ministério busca recuperar. Esses recursos foram repassados a prefeituras, órgãos estaduais e, neste caso, principalmente a sindicatos e associações que não conseguiram comprovar o serviço conveniado ou prestar contas como deveriam. Em razão da gravidade das irregularidades constatadas, a pasta quer receber de volta o dinheiro repassado.
A Federação Matogrossense de Rodeio lidera a lista dos devedores, responsável por 26,3% do total devido. O convênio, firmado em julho de 2006, para a realização do 2º Circuito Matogrossense de Rodeio, tradicional na região, destinou R$ 1,5 milhão para o evento. Cinco anos depois, a federação ainda não deu respostas convincentes das irregularidades encontradas na execução financeira do contrato. Em seu site oficial, a Federação afirma que o circuito conta com o apoio do Ministério do Turismo e de grandes empresas, e que é considerado um “exemplo” na organização de rodeios.
Desde que o Circuito de Rodeios foi criado, a Federação recorreu quatro vezes ao Ministério do Turismo. O primeiro convênio firmado com a pasta, em 2005, no valor de R$ 1,2 milhão já está concluído, ou seja, todas as prestações de contas foram feitas no prazo correto. No entanto, outros dois convênios ainda permanecem em período de prestação de contas. No total, a Federação já recebeu do Ministério do Turismo R$ 4,4 milhões. Caso, porém, a entidade não regularize a sua situação, ficará impedida de receber novos recursos. O Congresso em Foco tentou contato com a federação, mas até a publicação desta reportagem, não houve retorno.
Barretos
O maior rodeio do país também está em débito com o governo. A 53ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos recebeu do Ministério do Turismo R$ 1,02 milhão em agosto de 2008, por meio do Clube Os Independentes, organizador do evento. De acordo com o Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira), há irregularidades na execução física e financeira, ou seja, o grupo não conseguiu esclarecer se o dinheiro enviado pelo ministério foi de fato utilizado para os fins destinados.
Desde 2006, o Clube Os Independentes realizou 13 convênios com o Ministério do Turismo, dos quais, cinco foram excluídos, dois foram concluídos, cinco ainda aguardam explicações e o convênio firmado em 2008 está inadimplente. Neste período, foram conveniados R$ 6,8 milhões no total.
Procurada no final da semana passada, a assessoria de imprensa do clube não respondeu às solicitações de informação feitas pelo Congresso em Foco.
Agropecuárias
No rol das festas agropecuárias, os sindicatos se destacam na lista dos inadimplentes. Do total de 26 convênios ligados ao tema, 18 são de sindicatos rurais que devem juntos R$ 1,2 milhão aos cofres públicos. Em geral, o motivo da inadimplência é a falta de apresentação dos documentos requeridos que comprovem a realização dos eventos.
Quem lidera a lista é a prefeitura municipal de Mineiros, em Goiás, que em 2008 estabeleceu um convênio para a realização da XXIX Exposição Agropecuária do município, totalizando R$ 300 mil. A prefeitura também está inadimplente junto ao Ministério das Cidades, devido a um convênio firmado, em 2003, que destinava R$ 500 mil para programas sociais.
Irregularidades frequentes
Ao todo, nove motivos levaram as instituições a serem incluídas na “lista de devedores” do ministério. Entre as causas mais comuns, estão a falta de prestações de contas ou de comprovação de que o evento foi realizado e o descumprimento da Lei de Licitações. Os convênios foram fechados nas gestões dos ministros Walfrido dos Mares Guia (PTB), Marta Suplicy (PT) e Luiz Barretto, também indicado pelo PT.
Os dados fazem parte de levantamento feito pelo Congresso em Foco a partir do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) e do Portal da Transparência, da Controladoria Geral da União (CGU). O elevado número de irregularidades nos convênios firmados pelo governo federal com entidades não governamentais fez a presidenta Dilma Rousseff assinar na semana passada um decreto restringindo a celebração desse tipo de acordo.
O menor valor, de cerca de R$ 30 mil, foi pleiteado para o 1º Encontro de Intérpretes das Agremiações Carnavalescas Capixaba, realizado em 2007. De acordo com o Portal da Transparência do governo federal, o Grêmio da Escola de Samba Independentes de São Torquato recebeu o valor referido, mas até agora não apresentou documentação que comprovasse a realização do evento.
Prestando contas
Para realizar uma festa, as ONGs e prefeituras assinam um convênio (espécie de contrato) com o Ministério do Turismo, estabelecendo direitos e deveres. Depois que as entidades e municípios recebem o dinheiro e fazem o evento, têm 30 dias para prestar contas. Ou seja, comprovar que realmente fizeram a festa conforme o combinado, incluindo os gastos previstos.
Se alguma parte do evento não foi realizada ou houve outro tipo de falha, o beneficiário recebe uma guia bancária para pagar à União a diferença devida. Se o pagamento não for feito, a ONG ou prefeitura vai parar no cadastro de inadimplentes.
CGU e, de lá, ao TCU. É o tribunal quem julga a tomada de contas especial da ONG ou prefeitura.
As prestações de contas servem para, por exemplo, comprovar que os recursos foram usados corretamente e que não houve fraude ou desvio de dinheiro público. É um dos meios para se evitar e punir casos de corrupção. Constatado algum problema na prestação de contas, a regra determina a paralisação de novos repasses. No papel, as prefeituras, estados e ONGs que ficam inadimplentes não podem receber mais dinheiro da União. Mas nem sempre isso ocorre na prática.
A fiscalização do Ministério do Turismo é feita à distância. Só uma minoria dos casos é analisada presencialmente. No caso dos eventos, por exemplo, os técnicos verificam fotos do palco, das arquibancadas e os cartazes de divulgação, as notas fiscais e os papéis do processo de licitação. Até o primeiro semestre do ano passado, o ministério só tinha conseguido verificar “in loco” 15% dos eventos feitos com recursos que repassara. Com a contratação de novos servidores, esse índice passou para 35%, percentual que o governo considera “válido”.
Fonte: Vista-Se
Não é de hoje que, nós ativistas, lutamos pelo fim deste evento cruel e sem fundamentos chamado "rodeio". Um evento que traz prejuízo e vergonha pra sociedade brasileira, como se não bastassem os políticos. Um evento que se baseia em laçar, dominar ou perseguir animais inocentes que não entendem o que se passa naquele local; depois os nazistas é que são horríveis. Se apegam e defendem até a morte, dizendo que faz parte da "cultura", onde usar uma roupa ridícula e escutar músicas mais ridículas ainda faz parte da tradição. Então eu lhes pergunto: onde foram parar a ética e o raciocínio lógico das pessoas? Onde foram parar a compaixão e a empatia dos seres humanos?

sábado, 7 de janeiro de 2012

Nova bebida instantânea sem lactose


Pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira Pesquisa Agropecuária) desenvolveram uma bebida instantânea a partir de café solúvel, extrato de soja e açúcar para pessoas com alergia à proteína do leite ou intolerância à lactose ou que são vegetarianos.
De acordo com Ilana Felberg, pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos e coordenadora da pesquisa que resultou no produto alternativo, foram 18 formulações e nove meses de armazenamento até chegar à bebida instantânea à base de soja, que vem preencher uma lacuna no mercado brasileiro.
“[A bebida] não foi feita especificamente para um grupo, mas atende aqueles que têm algum problema em consumir produtos lácteos”, esclareceu.
O produto, no entanto, não é recomendado a diabéticos –a bebida possui açúcar na sua composição. Pessoas com problemas de gastrite ou que tenham insônia também devem evitar a bebida, segundo a pesquisadora.
No estudo, até chegar à bebida à base de soja, verificou-se também se os compostos presentes na soja e no café tinham algum impacto negativo no sabor quando colocados juntos.
A bebida mista contém compostos bioativos, como isoflavonas de soja, que vêm sendo relacionados a benefícios em relação a doenças como câncer, osteoporose e sintomas da menopausa, e também ácidos clorogênicos do café, que apresentam capacidade antioxidante, ou seja, antienvelhecimento.


Fonte: Vista-se

domingo, 1 de janeiro de 2012

Artista chinês protesta pelos animais

Pian Shankong é um artista de 40 anos que há um ano viaja pelo sudoeste da China, nas províncias de Yunnan e Sichuan, pedindo que o público ame os animais. Suas performances consistem em ele se posicionar agachado em jaulas, como os cães que são mortos por sua carne. Na foto tirada no dia 19 de dezembro no mercado de Guiyang, capital da província de Guizhou, ele suportou uma temperatura de 3ºC. Durante sua turnê, Pian sempre se ajoelha em frente aos animais, segundo o relato de um voluntário da proteção animal.
FONTE: VISTA-SE

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ativista é "servida" em protesto na Espanha

Um prato gigante sobre o qual jaz um corpo nu de uma voluntária, acompanhada de diferentes guarnições e sangue simulado, foi a performance que a AnimaNaturalis realizou nesta quinta-feira em frente a um mercado de Barcelona para sensibilizar os consumidores carnívoros.
Apesar do frio, uma integrante da organização internacional de defesa dos direitos dos animais se ofereceu como voluntária para simular um gigantesco prato de carne humana, no que foi o primeiro ato deste tipo realizado na Espanha e que será seguido por eventos semelhantes em Valência (leste) e em Palma de Mallorca (Baleares).
Um cartaz onde era possível ler "Quanta crueldade você é capaz de tragar?" acompanhava a inovadora performance, "com a qual iniciamos uma campanha para sensibilizar as pessoas para que não comam carne", explicou à AFP Aída Gastín, diretora da AnimaNaturalis na Espanha.
"Todos os anos fazemos uma campanha de Natal porque se supõe que as pessoas estão mais sensíveis e pensam nos animais", acrescentou.
"A crueldade é apenas uma, não entende de espécies, não discrimina entre animais humanos e animais não humanos. Hoje em dia, o consumo de carne é um costume do qual se pode prescindir perfeitamente", comenta Alba Mangado, coordenadora de Campanhas da AnimaNaturalis.
Anualmente, a indústria de carne mata mais de 50 bilhões de animais para servir como comida, e grande parte destas mortes ocorrem no Natal, segundo os dados fornecidos pela organização de defesa dos animais.
Fundada em março de 2003, esta organização internacional dedicada a estabelecer, difundir e proteger os direitos de todos os animais conta com uma ampla representação tanto na Espanha quando na maioria dos países da América Latina.
Fonte: Vista-se

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

McLanche Feliz é proibido em São Francisco, EUA

A cidade de São Francisco, na Califórnia, proibiu restaurantes e lanchonetes de darem brinquedos junto com comidas que tenham muitas calorias, gordura ou açúcares, conforme decisão do conselho de supervisores do município. São Francisco é a primeira cidade dos Estados Unidos a tomar uma decisão tão drástica.
O objetivo da medida é combater a obesidade infantil, um problema crescente nas cidades americanas. Brindes e brinquedos só poderão acompanhar refeições se a comida e a bebida juntas tiverem menos de 600 calorias e menos de 35% disso vier de gordura.
O McDonalds, dono do McLanche Feliz – um lanche direcionado para crianças que inclui hamburger, batata frita, refrigerante e brinquedo – afirma que o conselho está fora de sintonia na questão da obesidade infantil. “Não é o que nossos clientes querem, nem é algo que eles pediram”, disse uma representante da empresa.
"Lamentamos o projeto de regulamentação dos EUA e reforçamos que o McLanche Feliz é composto de produtos saudáveis e brinquedos de qualidade."
Foi o que disse um representante do McDonalds Brasil pelo Twitter. Bom, não sei se ele se refere à salada, que em uma tentativa de escapar do ônus causado pelos ativistas, eles puseram no cardápio ultra calórico da empresa. Mas se estiverem se referindo aos hambúrgueres transbordando gordura saturada e carnes compostas por hormônios, antibióticos e crueldade, acho um grande equívoco a palavra "saudáveis" estar ligada a palavra "produtos". Enfim, esperamos que essa medida chegue ao Brasil e possamos livrar nossas crianças desse mal.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Movimento Gota D'Água e Belo Monte











O Movimento Gota D'agua surgiu na necessidade de envolver o povo brasileiro nas causas que impactam nosso país. Discutem o planejamento energético do país pela análise do projeto da hidrelétrica de Belo Monte, a mais polêmica obra do PAC.
No website do movimento você pode encontrar mais detalhes, inclusive o famoso vídeo de atores renomados da Globo, tais como: Ary Fontoura, Bruno Mazzeo, Carol Castro, Ingrid Guimarães, Juliana Paes, Murilo Benício, entre outros. No site do movimento temos uma petição que visa evitar essa catástrofe chamada Hidrelétrica de Belo Monte, uma catástrofe que custará cerca de R$30 bilhões, onde 80% sairá do nosso bolso. Em inúmeras campanhas eleitorais, cansamos de ver políticos (que foram eleitos) afirmando a luta por energia sustentável, e hoje querem investir uma fortuna em uma obra que certamente não funcionará 100%. Até quando o Brasil gastará dinheiro com destruição de nossa floresta? Quando o Brasil começará a investir em inovação e deixará de copiar os outros países? Quando teremos políticos empenhados em criar soluções renováveis para nossa energia? Políticos que não usem o termo "forças demoníacas" se referindo aos povos indígenas que lutam contra a construção da Hidrelétrica. "BRASIL, UM PAÍS DE TODOS."
Site do Movimento: http://www.movimentogotadagua.com.br
Petição (Assine você também):http://www.movimentogotadagua.com.br/assinatura
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=TWWwfL66MPs

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Puxada de Cavalos: a tradição da ignorância

A matéria da Rede Independência de Comunicação - RIC Record SC, mostrou mais uma edição da tradição de gosto duvidoso chamada "Puxada de Cavalos". Nesta edição, podemos notar um número menor de pessoas envolvidas na prática e um número maior de pessoas protestando. De acordo com a lei criminal 9605/98 (lei dos crimes ambientais) o evento é proibido, pois trata-se de um ABUSO contra os animais, que são submetidos à essa prática cruel de puxar um peso insuportável, que muitas vezes acaba em fraturas ou no sacrifício do animal. A prefeitura de Pomerode vem recebendo emails e protestos desde o último evento, mas até agora nada fez, pois estão se fazendo de cegos diante à esse problema. Haveriam políticos envolvidos nessa cultura? Haveriam funcionários de alto cargo da prefeitura envolvidos nesse jogo?

E-MAILS PARA PROTESTO: (nos ajude nessa causa) 
ouvidoria@pomerode.sc.gov.br
moira@pomerode.sc.gov.br 
prefeito@pomerode.sc.gov.br
 
viceprefeita@pomerode.sc.gov.br
 

SUGESTÃO DE TEXTO: (para facilitar caso não tenha tempo de escrever)
Autoridades da cidade de Pomerode - SC

Caso esta cidade faça questão de manter uma tradição de 15 (quinze?) anos, vamos mostrá-la ao mundo como violadora da Lei de Crimes Ambientais que criminaliza o maltrato e o ABUSO praticado contra animais. O Estado de Santa Catarina já nos envergonha por sua Farra do Boi e sua cidade fará o mesmo por conta da sua Puxada de Cavalos.
Atenciosamente
NOME
PAÍS/ESTADO/CIDADE

Texto: Sheila Moura (O Grito do Bicho)

Lobo, o cão arrastado pelo próprio dono.

Lobo foi arrastado por mais de 300m por seu dono, o mecânico Cláudio Messias, que alega não ter visto o animal pular da caminhonete. Rodrigo Vieira foi quem avisou Cláudio que o cão estaria sendo arrastado pela rua. Ele e mais alguns pedestres afirmam que Cláudio estaria embriagado e ao ver o estado do animal, quiz matá-lo atropelando-o com o veículo. Assustado com a reação das pessoas presentes no local onde Lobo  agonizava, Cláudio o abandonou em estado gravíssimo, sem prestar socorros ao animal  que o acompanhou durante 8 anos de sua vida. Neste caso, temos dois crimes graves, abuso contra animais e dirigir embriagado. Só nos resta agora esperar pela justiça, para que puna o acusado pelos crimes que cometeu, e que Lobo seja adotado por uma boa família, que aceite sua nova condição e que dê à este dócil cão uma vida digna. 
Fonte: Vídeo

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Carne In Vitro: um futuro próximo.

Cientistas desenvolvem novas receitas para satisfazer a crescente fome do mundo por carne. Carne cultivada – hambúrgueres e salsichas desenvolvidas em laboratório e não provenientes de gado – pode ser a resposta para alimentar um mundo cada vez mais populoso, salvar o meio ambiente e poupar a vida de milhões de animais, sustentam. Ainda demora um pouco para tal produção alcançar um padrão comercial e, dizem, não vai ser barato.
O primeiro laboratório para o cultivo de hambúrguer vai custar cerca de US$ 345 mil, segundo Mark Post, um biólogo vascular da Universidade de Maastricht, na Holanda, que espera inaugurar um espaço assim até setembro do ano que vem. Os especialistas dizem que é enorme o potencial da nova carne para salvar vidas de animais, sem falar em terra, água, energia e o próprio planeta.
_O primeiro laboratório será como que para provar o conceito, para mostrar que é possível – disse Post. _ Acredito que vou conseguir fazer isso no ano que vem.
À primeira vista pode parecer que os cientistas estão falando de algum tipo de produto que imita a carne, como proteínas vegetais, tipo soja, usada por vegetarianos. Mas não se trata disso. Carne cultivada in vitro é um produto animal real. A única diferença é que ela nunca fez parte de um animal completo, vivo.
É preciso juntar três mil tiras de carne de proveta para fazer um filé. Por enquanto, é um luxo caro
Tirando células-tronco de animais abatidos, cientistas as cultivam em laboratório com açúcares, aminoácidos, lipídios, minerais e outros nutrientes, até obter pedaços de carne. Até agora, eles já conseguiram produzir tiras (do tipo músculo) meio pálidas, cada uma com 2,5 centímetros de comprimento, menos de um centímetro de largura e tão finas que são quase transparentes. Entretanto, se juntarmos cerca de 3 mil dessas tiras, juntamente com algumas outras de gordura feitas em laboratório, teremos o primeiro hambúrguer cultivado da História, diz o cientista.
Este primeiro hambúrguer será criado em um laboratório acadêmico, por estudantes altamente treinados _ explicou Post. _ É praticamente manufaturado, demanda um trabalho intenso e, por isso, é muito caro.
Sem falar que é um pouco sem graça. Como a carne in vitro não contém sangue, ela é meio pálida, ele explica.
Especialista em bioética da Universidade de Linkoping, na Suécia, Stellan Welin diz que a ideia de cultivar carne em laboratório não é necessariamente menos atraente do que manter uma fazenda de produção em massa de gado de corte, onde hormônios e antibióticos são frequentemente usados para aumentar os lucros. A produção tradicional de carne também é notoriamente ineficiente. Para cada 15 gramas de carne para consumo são necessários cerca de 100 gramas de proteína vegetal para alimentar o animal, uma equação cada vez mais insustentável. Isso significa que encontrar novas formas de produzir carne é essencial se pretendemos alimentar a crescente demanda populacional do mundo, sustentou Welin.
_ É claro que você pode fazer isso se tornando vegetariano ou comendo menos carne – afirmou. _ Mas a tendência não parece ser essa. Com a carne cultivada, as pessoas poderão continuar comendo carne sem causar tantos danos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a projeção é de que a produção anual de carne aumente de 218 milhões de toneladas entre 1997 e 1999 para 376 milhões de toneladas até 2030. Atualmente, o mundo conta 7 bilhões de habitantes e estimativas mostram que o número pode dobrar até o fim deste século.
_ A atual produção de carne não é sustentável – disse Post. _ Nem do ponto de vista ecológico, nem do ponto de vista de volume. Atualmente, estamos usando mais de 50% de todas as nossas terras agricultáveis para o gado. É matemática simples. Temos que ter alternativas.
Um relatório da Organização Mundial de Alimentos e Agricultura, da ONU, de 2006, mostra que a agricultura industrializada contribui, em escala maciça, para as mudanças climáticas, a poluição do ar, a degradação da terra, o desmatamento e o declínio da biodiversidade.
O mesmo relatório diz que a indústria de carne contribui com 18% das emissões de gases do efeito estufa e essa proporção deve aumentar à medida que consumidores nos países em desenvolvimento como China e Índia passem a comer mais carne.
Hanna Tuomisto, responsável por um estudo que comparou os impactos ambientais da produção de diferentes tipos de carne, como boi, carneiro, porco e carne cultivada, diz que o produto de laboratório tem bem menos impacto para o meio ambiente.
A análise, publicada na “Environmental Science and Technology journal” no começo deste ano, revelou que cultivar nossas carnes preferidas in vitro demandaria de 35% a 60% menos energia, emitiria de 80% a 95% menos gases do efeito estufa e usaria 98% menos terra do que as fazendas tradicionais.
Não estamos dizendo que podemos ou necessariamente queiramos substituir a produção convencional de carne pelo cultivo em laboratório neste momento – afirmou Tuomisto, da Unidade de Pesquisa em Conservação da Universidade de Oxford.
Mas, segundo ela, a carne cultivada “pode ser parte de uma solução para alimentar a crescente população mundial e, ao mesmo tempo, reduzir emissões e poupar energia e água”.
Os especialistas dizem que, num primeiro momento, será mais fácil cultivar carne em sua forma processada – como salsichas ou nuggets de frango. Mas cultivar carne que seja mais parecida com o produto real, como costeleta de porco ou bife, pode ser mais complexo e deve levar mais tempo para ser desenvolvido. Por enquanto, o maior desafio de Post e sua equipe é conseguir fazer com que a carne que ele começa a produzir fique mais apetitosa e saborosa.
Não é muito saborosa – disse Post. - Não se trata de algo trivial e precisa de mais trabalho.
Mas com o tipo certo de gordura e a quantidade apropriada, talvez com um pouco de sangue de laboratório para dar mais cor e ferro, Post está confiante de que chegará a seu objetivo. Ele espera também tornar a carne mais saudável.
A ideia é que, como agora estamos cultivando a carne em laboratório, podemos manipular algumas variáveis para produzir uma carne mais saudável.

Essa pode ser, também, a solução para diminuir a matança desnecessária de animais inocentes, acabar com a exploração e dar início à uma nova era dos direitos dos animais.
Parabéns aos cientistas, que com essa tecnologia, salvarão a vida de inúmeros seres vivos que hoje são considerados descartáveis pela indústria, que encontraram uma nova solução para ajudar o meio ambiente e diminuirão o desperdício absurdo de água potável.

domingo, 13 de novembro de 2011

Praça de alimentação sem carne tem opções variadas e com tamanho maior. Os vegetarianos estão privilegiados na segunda edição do SWU. A praça de alimentação especial traz variadas e boas opções. E, pelo menos na aparência, os sanduíches vegetarianos parecem maiores e mais suculentos que seus correspondentes com carne.
Apesar de variadas, algumas opções não são tão em conta. Um pedaço de pizza, por exemplo, custa R$ 10. Um cone de batata frita sai pelo mesmo valor. Os hambúrgueres, tanto vegetariano como com carne bovina, custam R$ 13, e tanto o cachorro quente como o sanduíche natural saem por R$ 10.
O menu oriental também tem espaço no festival. Um temaki sai por R$ 12, enquanto um yakissoba vegetariano custa R$ 15. Entre as opções diferentes no cardápio, o destaque é a carne de soja louca, que custa R$ 10.
Graças ao forte calor que faz em Paulínia, mesmo no começo do festival os bares já tinham pequenas filas. A cerveja, que custa R$ 6 se compradas com ficha, sai por R$ 7 nas barraquinhas espalhadas pelo parque do SWU e que só aceitam dinheiro. Perguntada sobre a diferença de valores, uma funcionária de uma barraca foi direta: “é o preço de evitar a fadiga da fila, da possibilidade da cerveja estar quente…”
Os demais líquidos tês preços parecidos. Uma água custa R$ 5, mesmo valor do refrigerante. Quem quiser uma coca-cola, no entanto, terá que desembolsar R$ 6.